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Archive for the ‘Posts (que deveriam ser) patrocinados’ Category

OK, isso foi passar dos limites

Posted by Andrei Luswarghi em 5 janeiro, 2008

A internet ser feita de nichos, tudo bem. Tudo é feito de nichos: as escolas têm nichos, o trabalho tem nichos, a vizinhança tem nichos…

Mas chega a hora em que os produtos específicos para os nichos começam a passar dos limites. Cópias do YouTube são a demonstração perfeita disso.

O PornoTube já é sacanagem (duplo sentido), mas tudo bem, a internet é 99% pornografia e 1% conteúdo (Cardoso me crucificaria nessa). O ShoeTube é uma aberração espaço-temporal saída dos confins das dimensões elevadas, provavelmente vítima de algum jogo de ultracríquete. Agora, isso é só a ponta do iceberg.

Procurando por Tube no Google, dá pra ter uma noção da situação. Na primeira página já vêm o FunkTube (deve ser parceiro do pagodãoTube), o GodTube, além, claro, de mais XXXTubes e do YouTube. Na segunda, o IslamicTube. Na terceira, o FreeTube (você escolhe o canal que quer assistir. Desse eu até que gostei, tem canais diferentes – e não tem os comuns, claro, esses caras não têm contratos assim – só que o bandwith deles é patético) e o FootyTube (sobre futebol. Americano, claro). Na quarta já não tem nada, menos mal. Lógico que procurando um pouco você vai ver o animetube (um blogzinho com animes), o TubeBrasil (cujos vídeos em destaque são “Dançando funk”, “Rebeldes”, “Gugu”, “Domingo Legal”… Já deu pra sacar)… CHEGA. Links demais, ‘tô ficando tonto e cansado de botar links para coisas nonsense e absurdas. Ou nem tão absurdas. Mas definitivamente são algo que prova que web 2.0 às vezes é medonha. Agora, com licença, vou me retirar para ver o bom e velho YouTube. Sublinhem o ‘bom’.

 

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Séries: Boston Legal (Justiça sem Limites)

Posted by Andrei Luswarghi em 17 julho, 2007

Primeiramente: sim, a tradução é do mesmo canal que resolveu que toda a sua programação será dublada, apesar de ninguém querer isso.

Bom, como vocês verão se repararem nas categorias, esse é um post meio Cardoso: resenhas sobre séries. Nesse caso, Boston Legal, cujos episódios (todos) estão disponíveis pela internet, através do site www.isfree.tv, que eu, aliás, recomendo. É um cadastro rápido e tem uma PORRADA de episódios.

Mas, bem, aos comentários.

Boston Legal é uma série de justiça. Sim, todo aquele papo de leis, julgamentos, etcétera, que existe há um bom tempo. Mas o bom é que a série não se foca nisso. A parte legal, claro, dá base para toda a série. Mas o foco é muito mais no drama entre os protagonistas e os clientes, e, melhor, entre os próprios protagonistas, na maior parte dos casos.

Falando nos protagonistas, os melhores deles são personagens ótimos: passam a impressão de serem arrogantes, egocêntricos, egoístas e… bom, de fato, o são. Mesmo assim, têm um lado bem humano, até pelo fato de terem características tão humanas.

Além disso, a série tem um humor baseado puramente no sarcasmo e no egoísmo de Denny Crane, um advogado que diz nunca ter perdido um único caso, e Alan Shore, sádico, egocêntrico ao máximo e mulherengo.

Ah, outro ponto bom da série: eles não têm lá muito medo de falar em sexo. Não é uma daquelas séries cujos roteiros dizem “Bem, ética e moral, sexo é contra tudo isso, portanto, nada de sexo”. Aliás, boa parte das piadas tem a ver com sexo.

Vale a pena assistir, caso você seja (1)muito sádico (2)viciado em sarcasmo ou (3)fã de séries dramáticas e personagens bem feitos, como imagino que sejam todos os leitores desse blog.

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