Blog do/a lus/z

And the answer to Life, the Universe and Everything Else is…

"Meninas blogam, meninos vão ao YouTube": será?

Posted by Andrei Luswarghi em 12 janeiro, 2008

Foi uma pesquisa que deu no Estadão, afirmando o que diz o título: que, segundo pesquisa feita nos EUA, meninas blogam mais que meninos, e meninos criam mais conteúdo no YouTube.

Isso é interessante, mas eu achei a pesquisa um tanto incompleto. Que meninas blogam mais, não é novidade nenhuma. Elas têm blogs em TODOS os setores de blogs, de tecnologia a humor, mas, principalmente, elas têm blogs no estilo diário, coisa pouco comum entre seres do sexo masculino (e que exercem a profissão, claro).

O que me surpreendeu foi a parte do YouTube. Pelo menos no meu caso, as garotas põem muito mais coisa lá do que os garotos. Eu, por exemplo, nunca pus nada lá. Mas como os EUA são meio ao contrário…

Bom, fica a título de curiosidade e de dados para quem quiser. Só achei interessante postar.

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Pra quem ainda duvidava do Wii…

Posted by Andrei Luswarghi em 9 janeiro, 2008

Todo bom geek já percebeu que o Wii já ganhou essa geração. Mesmo com Metal Gear Solid, Final Fantasy e outras franquias, o XBOX360 e o PS3 não têm chance contra o videogame que até a rainha da Inglaterra joga.

Isso mesmo. A rainha da Inglaterra. Dona Elizabeth II, a sumida.

Pelo visto, ela gostou pra caramba do Wii Sports (o que, ‘tá bom, não é nenhuma maravilha, mas é um Wii, afinal). Divertido, não?

Eu imagino o que aconteceria se a monarquia inglesa ainda mandasse. “Wiis têm que ser mais baratos!” -> “Wii: 50% off!”

Quanto tempo até ela estar jogando Zelda?

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Ainda sobre o Second Life…

Posted by Andrei Luswarghi em 7 janeiro, 2008

Pode parecer incrível para nós, geeks interessados que lemos a respeito de tudo que tem a ver com internet, mas, sim, o Second Life ainda dá caldo até em jornais.

Saiu uma entrevista no Estadão sobre o Second Life, com o criador do projeto.

Bom, à parte divertida da reportagem, Philip afirma que “avatares serão tão comuns quanto telefones”.

Pronto. A afirmação é prato cheio para qualquer geek meter o pau. Divirtam-se, eu fiz minha parte… Não, não fiz não, também quero meter o pau.

O Second Life foi algo que fracassou em todo lugar exceto os EUA, o Canadá (perdão por citar duas vezes o mesmo lugar, mas o Canadá é quase um estado semi-independente) e a Europa (e olhe lá, europeus geralmente são inteligentes demais pra brincar com bonecas no computador). Simplesmente não rola, é devagar demais, chato demais. É brincar de boneca. É gastar dinheiro demais por algo que cansa muito rápido. É razoavelmente limitado. É só para quem não tem uma first life, mesmo (olha quem fala).

Agora, junte isso ao fato de que, hoje em dia, até na rocinha tem pelo menos um celular/casa (chutado, mas alguém arrisca dizer que não?). Alguém acha que a previsão do cara se concretiza?

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As coisas que ninguém percebe…

Posted by Andrei Luswarghi em 5 janeiro, 2008

Tem coisas que ficam escondidas nos confins de sites de qualquer tipo. Tem coisas que ninguém percebe porque ninguém procura. Outras são POPs (v. A Vida, o Universo e tudo mais). Outras são simplesmente bizarras demais.

Fuçando no Orkut (oh, crap), fui perceber que minha opção sexual ‘tava “indefinida”. Caramba, isso pega mal demais, então, fui consertar aquela porcaria (“heterossexual”, engraçadinhos): no fim da lista tinha “curioso”. RAIOS, o que é isso? “GLCS”: Gay, Lésbicas, Curiosos e Simpatizantes? Caramba. O que é ter a opção sexual de “curioso”? É uma bicha enrustida, só, quer experimentar antes? Bicha é bicha, macho é macho, traveco é traveco (e é bicha, também). Nada contra, oras, mas isso é fato. Bicha que é meio macho não é nada, é bicha.

Bom, a questão é que isso me fez imaginar: quantas coisas perdidas existem por aí? No Facebook deve haver milhares. Em outros sites de relacionamentos, também. Em algum site de alguma empresa deve ter um botão “processe-nos”. E, raios, eu estou perdendo toda a graça disso.

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OK, isso foi passar dos limites

Posted by Andrei Luswarghi em 5 janeiro, 2008

A internet ser feita de nichos, tudo bem. Tudo é feito de nichos: as escolas têm nichos, o trabalho tem nichos, a vizinhança tem nichos…

Mas chega a hora em que os produtos específicos para os nichos começam a passar dos limites. Cópias do YouTube são a demonstração perfeita disso.

O PornoTube já é sacanagem (duplo sentido), mas tudo bem, a internet é 99% pornografia e 1% conteúdo (Cardoso me crucificaria nessa). O ShoeTube é uma aberração espaço-temporal saída dos confins das dimensões elevadas, provavelmente vítima de algum jogo de ultracríquete. Agora, isso é só a ponta do iceberg.

Procurando por Tube no Google, dá pra ter uma noção da situação. Na primeira página já vêm o FunkTube (deve ser parceiro do pagodãoTube), o GodTube, além, claro, de mais XXXTubes e do YouTube. Na segunda, o IslamicTube. Na terceira, o FreeTube (você escolhe o canal que quer assistir. Desse eu até que gostei, tem canais diferentes – e não tem os comuns, claro, esses caras não têm contratos assim – só que o bandwith deles é patético) e o FootyTube (sobre futebol. Americano, claro). Na quarta já não tem nada, menos mal. Lógico que procurando um pouco você vai ver o animetube (um blogzinho com animes), o TubeBrasil (cujos vídeos em destaque são “Dançando funk”, “Rebeldes”, “Gugu”, “Domingo Legal”… Já deu pra sacar)… CHEGA. Links demais, ‘tô ficando tonto e cansado de botar links para coisas nonsense e absurdas. Ou nem tão absurdas. Mas definitivamente são algo que prova que web 2.0 às vezes é medonha. Agora, com licença, vou me retirar para ver o bom e velho YouTube. Sublinhem o ‘bom’.

 

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E os reflexos do Tropa de Elite…

Posted by Andrei Luswarghi em 3 janeiro, 2008

Que Tropa de Elite teve 6,022 x 10²³ tipos diferentes de reflexos não é novidade para ninguém que tenha vivido no Brasil nos últimos… quatro, cinco meses? O problema é que alguns deles ainda duram até hoje, sem muita expectativa de desaparecer.

Eu ainda assisto o filme quando dá vontade – sim, eu tenho no PC, alguém vai me prender por isso? – e ainda me divirto com algumas coisas. O estranho é ver algumas outras coisas, mais sutis do que um cara gritando pro outro “VAI PRO SACO!” no meio da rua, como as tentativas da mídia tradicional e semi-tradicional (jornais on-line são semi-tradicionais, pra mim): vira e mexe, dá pra encontrar alguns destaques especiais para algumas coisas como o BOPE: ninguém mais é “investigador da Polícia Militar”, “Perito em armas da Polícia”. Agora são todos “do BOPE”. Não que as pessoas tenham mudado, elas continuam as mesmas pelo que eu pesquisei, mas agora destacam o fato de serem do BOPE, ao invés de largarem no resto.

Outra coisa são as invenções relacionadas. Outro dia vi no Estadão uma notícia de um concurso de rollimans da Poli-USP. Não vou procurar a matéria, a preguiça fala mais alto… Mas o interessante é que a matéria não era sequer focada na competição (dos quatro ou cinco parágrafos, meio era dedicado a ela, meio à Poli e aos alunos, um ao vencedor e às novidades), mas no carrinho de um cara, que era “fantasiado” de caveirão do BOPE. Mais da metade do artigo sobre isso, com duas fotos, detalhes…

Do capitão Nascimento, nem se fala. Cada dia aparece uma coisa nova sobre ele. O Fábio outro dia estava no nerdcast (OK, há mais de mês, mas estava). O Matias ganhou destaque em uma porrada de revistas e suplementos de jornal relacionados a pseudo-música, por estar lançando um disco (ele é rapper. Pena, parecia um cara tão bom). Dentre outras várias cositas más.

E sabem qual é o pior?

Quase ninguém aproveitou o sucesso do modo capitali$ta e norte-americano, ganhando dinheiro de verdade, como disse o Cardoso (foi mal, Cardoso, mas não achei o post, preguiça morroidística de procurar).

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Quando as coisas fogem da convenção…

Posted by Andrei Luswarghi em 1 janeiro, 2008

Uma das coisas estranhas da internet é que, muitas vezes, alguma coisa foge do que é costume. Vira e mexe eu encontro uma grafia estranha, um nome diferente, um método de escrever completamente maluco, mas correto.

Hoje, por exemplo, eu estava lendo um artigo do Estadão e encontrei “Mao Zedong”. Isso é coisa de estagiário que acabou de sair da faculdade de jornalismo, não? Em lugar nenhum você encontra, em português, essa grafia. É… estranho.

O problema é que isso é bastante comum. Não é difícil encontrar esse tipo de coisa, ficar assustado, olhar, re-olhar e resolver procurar em um dicionário, na wikipedia, na enciclopédia, o que for. É fácil, é comum, o que torna tudo mais estranho ainda: porque raios é comum ver algo completamente fora da convenção?

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A culpa é do Writer

Posted by Andrei Luswarghi em 30 dezembro, 2007

Essa é a segunda vez nessa semana que acontece isso. Eu ‘tava com um texto prontinho na cabeça, mas a porcaria do Writer não abre. A versão beta resolveu parar de funcionar como devia e eu não consigo instalar a versão nova. Logo…

Sim, eu perdi um texto. Outro. Será que dá pra processar a Microsoft pelo Live Installer ser um lixo completo?

 

Update: consegui instalar a versão nova. Como? Peguei enquanto o Installer ‘tava pseudo-instalando a versão, procurei o lugar onde o .cab tinha sido instalado e instalei na mão, mesmo. É tão mais simples… Mas minha versão está em pt-pt, ou seja, eu publico em um “blogue”.

(notou que as tags voltaram?)

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Hello Kitty decide tomar o mundo pelas armas

Posted by Andrei Luswarghi em 29 dezembro, 2007

 

Imagens falam por si.

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Manias chatas de fim de ano

Posted by Andrei Luswarghi em 28 dezembro, 2007

.Pessoas têm costumes estranhos pra cada época do ano, isso é fato. Mas o fim de ano, por estar todo mundo de férias e por ter dois feriados de uma vez, é algo incrível.

A primeira mania é a de todos ficarem repentinamente bonzinhos: todos mandam cartões (ou scraps coletivos no Orkut), todos se abraçam como se o Godzilla estivesse a três metros de distância, todos dizem “como foi bom falar com você! Obrigado pelo ano!”. Nada contra isso, mas, às vezes, chega a pontos ridículos: cartões demais, bondade que você sabe que vai passar depois do dia dois.

A segunda é a de todos resolverem, repentinamente, que “o ano estar acabando é como o mundo estar acabando”. Tudo é feito de algum jeito diferente porque “afinal de contas, é a última vez no ano que eu faço isso”. Como se o primeiro dia do ano que vem não fosse uma terça-feira qualquer, talvez mais maçante por ser um feriado. E o segundo dia fosse uma quarta-feira de trabalho.

Minha conclusão? Feriados prolongados deixam as pessoas um tanto loucas. Bom, mais loucas.

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